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Holofote

Poesia de Boteco: Lukinhas produz encontro entre pagode, rap e R&B com participações de Xamã, Lourena e mais

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Tem coisa melhor do que unir pagode, trap e R&B em um só projeto? Nesse cenário, nasceu, nesta quinta-feira (28), o Poesia de Boteco, projeto da Pineapple Storm que une tradição e modernidade em uma experiência coletiva inédita.

A faixa reúne LourenaLukinhasXamãBIN e J. Eskine, nomes de destaque da cena urbana, em um formato coletivo que já é marca da Pineapple — responsável pelo projeto Poesia Acústica, que soma mais de 10 bilhões de reproduções ao longo de suas 17 edições. Agora, a base instrumental do pagode dá o tom para versos que falam de amor, cotidiano e encontros com a mesma naturalidade com que o samba sempre dialogou com a rua.

O cantor e compositor Lukinhas assina a produção da faixa: “Esse é um dos maiores e mais desafiadores trabalhos da minha carreira, porque representa exatamente aquilo que venho construindo há anos: o pagode urbano. Lançar esse projeto em um dos maiores canais de música do Brasil, como produtor e cantor, é extremamente gratificante. Sinto que é possível abrir um enorme holofote para um gênero que batalho para fortalecer há muito tempo”, afirma.

“O pagode sempre foi urbano, sempre foi do povo, nasceu na rua. Quando juntamos isso com a linguagem do rap, do trap e do R&B, não é só estética. É aproximar mundos que já conversam entre si, mas que nem sempre estavam juntos no mainstream ou nas playlists”.

LUKINHAS

Confira:

A escolha do boteco como título e conceito do projeto reforça a ideia de um espaço plural, democrático e genuinamente brasileiro. “O boteco é onde tudo se encontra: amizade, risada, choro, poesia e música. Foi um dos lugares onde mais ouvi gêneros diferentes, porque ali cada um escolhe uma faixa, cada um traz sua vivência. Levar essa essência para um projeto é assumir que nossa
arte também nasce do chão. Não existe nada mais brasileiro do que isso”,
destaca.

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